Este ano decidi inverter a ordem das postagens e começar a lista pelos livros mais fracos que li em 2017. São obras que não atenderam minhas expectativas, se mostraram muito diferente do que o marketing prometia ou simplesmente passaram longe do meu gosto, ou seja, é apenas uma lista baseada no gosto pessoal e nas minhas experiências de leitura. Não quer dizer que sejam livros ruins. Tenho certeza de que não são e de que conquistaram vários leitores, porém, entre os 91 livros que li ano passado, esses se mostraram frustrantes.

1 – Horror na Colina de Darrington – Marcus Barcelos

Uma obra cuidadosamente produzida pelo marketing da internet, mas que se mostra um amontoado de clichês sem uma construção sólida. De longe um dos piores livros que li na vida.

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2 – Fellside – M.R. Carey

A trama, de suspense, não consegue despertar curiosidade e mal se sustenta tamanha quantidade de histórias que vão se entrelaçando.

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3 – Lúcida – Ron Bass & Adrienne Stoltz

O roteirista Ron Bass conseguiu criar uma trama bastante complexa, se perder nela, e lá pelas últimas 20 páginas tentar apresentar uma conclusão (também frustrada).

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4 – A Mulher na Cabine 10 – Ruth Ware

A narrativa vai se estendendo sem conseguir criar, de fato, um suspense e é aí que a autora dá seu golpe de misericórdia (no leitor) ao apresentar um desfecho bizarro. A solução do mistério é idiota, fraca e não causa nenhuma reação mais forte do que um “jura? ”. Como se isso não bastasse, ela ainda prolonga a história por mais alguns capítulos numa sequência de “tortura” com os leitores até chegar a seu último parágrafo broxante.

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5 – Ún1ca Filha – Anna Snoekstra

Uma história que não convence. As tramas paralelas que ameaçam se desenvolver não saem disso, dúvidas lançadas sobre alguns personagens ficaram em aberto e a tentativa de dar um tom sobrenatural resultou em algo esdrúxulo.

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6 – Evangelho de Sangue – Clive Barker

Após os leitores devorarem Hellraiser, Evangelho de Sangue vem como um banho de água do ártico. Para fãs de terror, ele não consegue empolgar, e para os conhecedores e apreciadores da obra de Clive Barker ele deixa a desejar em todos os sentidos. Pinhead não merecia uma conclusão tão risível para sua mitologia.

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7 – Baratas – Jo Nesbø

A história é linear demais e a investigação não tem nenhum momento de surpresa ou reviravoltas que a tirem da letargia. É preciso exercitar demais a força de vontade para prosseguir na leitura e não abandonar o livro.

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OBS: A sequência de apresentação dos livros não seguiu nenhum critério a não ser minha memória ao montar a lista, ou seja, isso não significa que listei as obras por ordem de “mais” para “menos” ruim.

Aos interessados em conferir as listas de 2016:

Os dez melhores livros de 2016

Os livros que deixaram a desejar em 2016

Até a próxima pessoal! =D

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Jornalista e aprendiz de serial killer. Assumidamente um bookaholic, é fã do mestre Stephen King e da literatura de horror e terror. Entre os gêneros e autores preferidos estão ficção científica, suspense, romance histórico, John Grisham, Robin Cook, Bernard Cornwell, Isaac Asimov, Philip K. Dick, Saramago, Vargas Llosa, e etc. infinitas…

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