Sinopse Editora Seguinte

Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar.
O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter. (Resenha: Espada de Vidro – Victoria Aveyard).

Opinião

Espada de Vidro é o segundo volume da saga A Rainha Vermelha. Nesta continuação acompanhamos Mare em sua jornada contra a prateada nobreza opressora e a busca por outros que tem o mesmo sangue raro que o dela, ser vermelho e ter poderes.

No primeiro volume vimos que Mare despertou algo que estava escondida dentro de si, a capacidade de controlar a eletricidade. Em meio aos prateados que controlam o poder do reino, ela se viu em perigo com risco de perder a vida e ao mesmo tempo ser uma arma contra os vermelhos, que são oprimidos desde o começo pelos prateados.

A descoberta de sua capacidade de controlar eletricidade despertou outros vermelhos “mutantes” que se escondiam reprimidos pelo sistema da nobreza e com o medo de não conseguirem se defender.

Na tentativa de buscar mais vermelhos e reunir um exército contra o príncipe Maven, Mare se vê em dramas familiares e amorosos que a coloca em situações onde ela nem mesmo sabe ser quem é. Sua vida ao invés de melhorar se tornou mais perigosa e cheia de medos.

Mesmo lendo a história na perspectiva de Mare é possível ver a movimentação da nobreza e de Maven contra os vermelhos e lançando dardos políticos contra a força rebelde dos vermelhos. A parte distópica do livro é visivelmente o ponto mais importante e interessante do livro.

Ela tem de lutar contra si para que não seja uma espada estilhaçada e destruída facilmente por Maven e novos inimigos.

A autora facilmente faz o leitor se interagir com os personagens e toda a história. O universo criado é muito bem explorado para dar apoio a Mare. Leiam!

Avaliação 5 estrelas

A autora Victoria Aveyard cresceu em Massachusetts e frequentou a Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles. Formou-se como roteirista e tenta combinar seu amor por história, explosões e heroínas fortes na sua escrita. Seus hobbies incluem a tarefa impossível de prever o que vai acontecer em As Crônicas de Gelo e Fogo, viajar e assistir a Netflix.

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Goiano do pé rachado e comedor de piqui. Alucinado por histórias fantásticas e distópicos. Tributo, Hobbit de nascença, e habitante do país de Aslan. Entre os autores Suzanne Collins é majestade e Tolkien é imperador. Técnico em Química e buscando ser químico industrial intercalado com a vida de escritor, um dia qualquer publicará seu livro. Não dispensa um cinema...

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