Listas – Top 5 de livros favoritos

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Listas, listas, quem não ama listas? Quanta coisa legal eu já vi, li e ouvi por causa de listinhas! É por isso que fizemos uma seção toda especial aqui no Leitor Compulsivo. Para estrear os nossos rankings, lá vem o meu top 5 de livros favoritos! Confesso, não foi fácil, mas acho que consegui! Aproveitem e deixem nos comentários as suas listinhas!

#5 – “Como Falar com um Viúvo” – Jonathan Tropper
De forma geral, Jonathan Tropper é um dos autores que eu mais gosto. Não tenha um livro dele que eu não tenha gostado. Geralmente seus personagens seguem uma mesma linha: homens, na faixa dos 30 anos, judeus e com problemas, muitos problemas. Tropper consegue transformar os dramas de seus personagens em narrativas divertidas. É assim em “Como Falar com um Viúvo”. Lançado em 2007, a história de Doug, um jovem viúvo, é triste, hilária, irônica, cínica e, ao mesmo tempo, reflexiva.

#4 – “O Dia em que a Poesia Derrotou um Ditador” – Antonio Skármeta
Em 1988, o Chile votou em um plebiscito sobre a continuidade ou não do governo ditatorial de Augusto Pinochet. O “não” ganhou e o país foi redemocratizado. Mas antes das votações, uma forte campanha publicitária foi realizada para que a população se decidisse pelo “sim” ou pelo “não”. Esse é o pano de fundo de “O Dia em que a Poesia Derrotou um Ditador”. O livro acompanha duas histórias que se entrelaçam. A primeira é a de Nico que teve o pai preso pelo regime. A outra, da família da namorada de Nico, em que o pai da jovem é o publicitário responsável pela campanha do “não”. Apesar de personagens fictícios, a obra, lançada em 2011, mostra os meses e as situações que foram decisivas para a história chilena.

#3 – “Cem Anos de Solidão” – Gabriel García Márquez
A saga épica da família Buendía é o grande exemplo do Realismo Fantástico colombiano. Lançado em 1967, a obra-prima de Gabo ganhou o Nobel de Literatura e é, provavelmente, uma das coisas mais incríveis que você vai ler na vida. Juro! O livro acompanha cem anos da família Buendía e suas transformações, assim como na fictícia cidade de Macondo. São sete gerações de Buendías, então a dica que eu posso dar é: se sua edição não tiver uma árvore genealógica da família, procure na internet, imprima ou copie: você vai precisar.

#2 – “O Sol é Para Todos” – Harper Lee
Praticamente em todas as listas de melhores livros ou obras obrigatórias para sua vida, você vai encontrar “O Sol é Para Todos”. Lançado em 1960 e ambientado no início da década de 1930, em Maycomb, Alabama, a obra de Harper Lee trata de racismo, preconceitos e injustiças. Mas trata também de homens fortes que acreditam na verdade e lutam por ela. O mais importante de “O Sol é Para Todos” é perceber que 1930 e 2016 não estão tão longe como gostaríamos.

#1 – “1984” – George Orwell
Clássico dos clássicos, “1984” não é só minha distopia favorita, mas o meu livro favorito. Lançado em 1949, a obra se passa no longínquo ano de 1984 (por isso o título) e nos apresenta a uma sociedade totalitária e repressiva. Na imagem do Grande Irmão, o Estado vigia sua população, cala, oprime e controla. Obra essencial em qualquer estante, “1984” te faz perceber que, no fim das contas, o futuro distópico de Orwell não é assim tão diferente do nosso presente.

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Carioca de nascimento e juiz-forana de todo o resto, Iracema Martins é jornalista por vocação, paixão e formação. Cresceu em uma casa cercada de livros, cultura, história e política, seus tópicos favoritos para conversas. Além de ser apaixonada por livros, assiste mais séries do que consegue acompanhar, não vive sem música e ama cinema.

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